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domingo, 27 de fevereiro de 2011

SAÚDE

HIPOTIREOIDISMO NA PERSPECTIVA DOS TIPOS SANGUÍNEOS
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HIPOTIREOIDISMO NA PERSPECTIVA DOS TIPOS SANGUÍNEOS
O Tipo sanguíneo "O" apresenta mais problemas com doença auto-imune da tireóide, em relação aos outros grupos

Por Dra Emília Pinheiro

O hipotireoidismo é uma doença causada por uma subprodução do hormônio da tireóide. É uma doença bastante comum e que tem sido diagnosticada com uma freqüência bem menor do que deveria ser. Os casos de hipotireoidismo clínicos costumam cursar com sinais e sintomas como fadiga, inapetência, excesso de peso, menstruações dolorosas, astenia muscular, pele seca e escamosa com coloração amarelada, caroços amarelos nas pálpebras, queda de cabelo, unhas quebradiças, depressão, fala lenta e edemas de pálpebras.

Não precisa ter todos estes sintomas para suspeitar que o desempenho de sua tireóide vai mal. É muito importante saber que, entre os primeiros sintomas que podem aparecer estão a intolerância ao frio e a fadiga. Assim, caso você se encontre entre outras pessoas que estão sem sentir frio e só você está incomodada com uma possível baixa da temperatura ambiente, é bom levar em consideração a possibilidade de sua tireóide estar hipofuncional.

Um pouco mais complicado é o chamado diagnóstico de hipotireoidismo sub-clínico, em que os sintomas são poucos e mal definidos geralmente, tais como mãos e pés frios, pressão baixa, pele seca e escamosa, queda de cabelos e dificuldade para perder peso ou, até, ganho expressivo de peso sem causa aparente.

É possível medir a temperatura basal em casa. "É bastante fácil: mantenha um termômetro na sua cabeceira ao deitar-se, durante a noite. Ao acordar, pela manhã, coloque o mesmo sob a axila, mantendo-o preso firmemente, em contacto com a pele. Tenha o cuidado de baixar na noite anterior, a temperatura do termômetro, abaixo de 36 graus Celsius. Aguarde, com o termômetro subaxilar durante 15 minutos, sem se movimentar, e verifique a temperatura. Caso esteja abaixo de 36 graus é altamente sugestiva a possibilidade de hipotireoidismo", explica.

As mulheres são as mais freqüentes portadoras da doença, visto que nove em cada dez diagnósticos as têm como portadoras. Encontramos, então, um problema, visto que nos dias peri-ovulatórios ocorre uma elevação da temperatura basal e, no dia da ovulação, geralmente a temperatura é de 36,2 até 36,5 graus Celsius. De acordo a a especialista, bom seria repetirmos este procedimento durante alguns dias e tirarmos as médias, no sentido de ratificarmos a tendência para o hipotireoidismo. "Pacientes já diagnosticados como portadores de hipotireoidismo podem fazer uso deste método para se certificarem, em caso de um bom equilíbrio de sua medicação e, sempre que estiver em dúvida, recorrer ao seu médico de confiança. O teste da temperatura basal não substitui os exames de controle laboratorial", relata.

As causas do hipotireoidismo podem ser primárias ou secundárias. Em alguns casos, intoxicações por metais pesados como Arsênico, Níquel, Cobalto e Berílio podem ser as causas primárias. Em outros casos, alergias e intolerâncias alimentares podem se fatores condicionantes. Hipotireoideos costumam ter intolerância por vegetais crucíferos e, tais alimentos devem ser identificados e retirados da dieta. Alguns perfumes são ricos em metais tóxicos e podem gerar agressão à tireóide.

Depressão histadélica é um tipo de depressão que costuma coexistir com disfunção de tireóide e que só é curado, se curarmos a causa coexistente. Retardo de crescimento em crianças, também pode estar associado à hipofunção tireoidiana, bem como o mau aproveitamento escolar, com desinteresse pelos estudos, tem sido correlacionada a pouca função da tireóide. Muitos casos de infertilidade conjugal acontecem, quando um dos conjugues tem hipotireoidismo.

Como terapeuta ortomolecular, especialista e pioneira no Brasil da Dieta do Tipo Sanguíneo, recomendo, sempre, em primeiro lugar, uma profunda desintoxicação orgânica (retirada de metais pesados, desparasitação e limpeza intestinal) e, após, sem dúvida, a adoção da dieta específica ao seu tipo de sangue – O, A, B e AB.

Pessoas do Tipo "O" sanguíneo, ao basear sua alimentação no trigo e seus derivados têm, certamente, muito mais problemas com doença auto-imune da tireóide. Tanto a doença de Graves (hipertireoidismo), quanto a de Hashimoto (hipotireoidismo), são características bastante acentuadas deste grupo.

Na doença de Hashimoto há uma tendência a apresentar níveis baixos do hormônio tireoidiano, pela dificuldade de captação de iodo – mineral de capital importância para a produção do hormônio. Esta disfunção provoca-lhes ganho de peso, retenção de líquidos, fadiga e perda muscular. Particular atenção deve ter em relação às porções de alimentos que ingerem, bem como à escolha de cortes de carne magras, de preferência orgânica, para o controle do peso, assim como suas escolhas dietéticas diárias devem recair nos alimentos considerados benéficos ao seu tipo específico de sangue e, evitar, ao máximo, todos aqueles de efeitos nocivos.

Ao longo de vários anos, em nossa clínica, pudemos perceber a remissão espontânea da doença, em pessoas do Tipo sanguíneo "O", que seguiram, fielmente, a Dieta do Tipo Sanguíneo. Segundo estudos do Dr.Peter d’Adamo (médico naturopata, americano, que pesquisou e divulgou este tipo de dieta), isto se deve aos baixos níveis de lectina contidas na alimentação deste tipo de sangue, que conseguem neutralizar um fator necessário para que se produza a reação inflamatória ou auto-imune, de forma invariável. Outra hipótese, segundo ele ainda, se deve à tireóide normal não expressar quantidades significativas de antígenos do tipo sanguíneo, enquanto a tiróide disfuncional, sim. O tecido da glândula quando inflamado produz enormes quantidades de antígenos do Tipo A, o que representa um problema para todos os indivíduos que conduzem anti-A no soro, sobretudo se forem do Tipo "O" e, não apenas, produzirem IgM anti-A, mas IgM anti-A, B, IgG anti-A e IgG anti-AB.

Mais informações: Livro "Dieta Pelo Tipo Metabólico e Sanguíneo" - Ed. Unicorpore. (www.livrariacultura.com.br). Em Portugal, o mesmo título, pela Ed.Ariana, à vendas na maiores livrarias do país.

Dra. Emilia O. G. Pinheiro - Terapeuta ortomolecular, especialista e pioneira, no Brasil, da Dieta do tipo sanguíneo
Clínica Spasso Urbano - Day Spa e Clínica Ortomolecular (Maringá e Curitiba / PR)
Fones: (44) 3305-9582/ 3305-9592

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